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quinta-feira, 5 de abril de 2018

Na outra margem do tempo...

O amor dorme no silêncio vazio
no vazio que o vazio inunda
as tuas noites vazias,fazem parte da minha história...

Porque na distância que nos separa
há entre o coração e o tempo
amor por fora e por dentro...

Porque também o amor vive no silêncio
ama-me que é tempo agora
porque o silêncio dói,na outra margem do tempo...

Manuel Marques (Arroz)

quinta-feira, 1 de março de 2018

Talvez adormeça-mos lado a lado...

Faz-se silêncio e não há luz
quero de volta o amor que nunca tive
um dia destes chamo-te...

Todas as ilusões me pertencem
não interessa aonde nos leva os sonhos
talvez adormeça-mos lado a lado...

Meu corpo adormece com o teu dentro
rodeado de arame farpado...

Manuel Marques (Arroz)

domingo, 11 de fevereiro de 2018

Amar-te é o que me resta de ti...

Vejo no céu o teu olhar
no fundo dos teus olhos o teu amor adormecido
dói não te ter aqui...

Talvez ainda possa escrever sobre os meus sentimentos
abitar teus sonhos
amar-te é o que me resta de ti...

Manuel Marques (Arroz)

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Abre-me a porta do sonho e serei eu...

Desenho, invento beijos, construo sonhos
busco através do poema
uma palavra que me conforte...

Desenho caminhos sobre o mar
onde possa caminhar
possa amar antes da morte...

Reinvento o Sol as  Luas
rascunho  lembranças
as minhas, as tuas...

Costuro a memória do meu corpo junto ao teu
retalho de sonhos , balanço de corpos
abre-me a porta do sonho e serei eu...

Manuel Marques (Arroz)

sábado, 28 de outubro de 2017

Labirintos do amor...

Navego nas lágrimas que me vêm do fundo da alma
percorro o teu corpo como quem quer apenas sentir o teu calor
amo-te com sede e desejo...

Deixa que o  amor seja a estrada do sonho
e que os labirintos do amor
se transformem em lugares,onde nos podemos amar eternamente...

Manuel Marques (Arroz)

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

 Na noite fria nada existe...

No eco dos meus sonhos oiço vozes
alguns silêncios
mas na noite fria nada existe...

Como gostaria de tocar as tuas mãos
pernoitar no teu peito
nestas noites de ilusão...

Deixa-me que me encontre em ti
para despertar os meus sentidos
e assim poder mergulhar no teu corpo...
.

Manuel Marques (Arroz)

domingo, 1 de outubro de 2017

O outro lado dos sonhos.


Noites longas
silêncios que têm voz
sonhos ilusões
o que resta de nós ...

Olha-me para os olhos
aonde se escondem fantasmas
em sonhos exaustos, vazios ...

Deixa-me adivinhar no teu olhar
o outro lado dos sonhos
e enquanto encontrar o teu sorriso
nunca te deixarei de amar...

Manuel Marques (Arroz)