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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

No escuro da madrugada...



Reacende a chama
no escuro da madrugada
toma o meu corpo
para que sejamos um só
o que aconteça não importa
estrada fora
caminharemos de mão dada...

O meu caminho pode não ser o teu
de mãos dadas com o sonho
sonharemos juntos
na beleza dos nossos sonhos
desvendaremos mistérios
e o teu sonho será meu...

Toma o meu corpo
embriaga-o em desejos
enlaça-o nos teus braços
e no escuro da madrugada
sacia-o com beijos..

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Esperança...




"Sabem o que é esperança? Esperança é quando o telefone toca, tu atendes, a pessoa não fala nada, e tu ao invés de pensar que é puro gozo, achas que foi um antigo amor que ligou só para ouvir a tua voz..."

sábado, 24 de setembro de 2011

Uma rosa para ti...



Há um Val perfumado
de Primavera em flor
aromas que me transportam
para os teus braços meu amor...

Uma rosa especial
flores de todas as cores
um sorriso um olhar
muitas,muitas flores...

Gosto do teu perfume
dos teus olhos a sorrir
do perfume que me embriaga
de uma rosa a florir...

E sob o Céu da Primavera
há uma rosa perfumada
flores que ondulam ao vento
trazem o perfume da minha amada....

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

O toque das minhas mãos.



Encaixo-me nos teus braços
abraçado desfruto
do calor do teu corpo
pressiono o meu corpo contra o teu
tua pele arrepiada
alisa-se sob o calor
do toque das minhas mãos...

Ha!Como me
dói-me o coração
de te amar tanto...

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Dá-me uma dose de amor



A minha memória alonga-se
serenidade é a lucidez da alma
tenho saudades de não saber nada
sentir tudo
ter paz e calma...
Tenho saudades do tempo
de abraçar teu corpo
entrar lá dentro
descansar um pouco...
Não quero acreditar
que a solidão é viver só
morrer de saudade
transformar-me em pó...

Dá-me uma dose de amor
uma overdose
por favor...

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

O que é amar?



"Que é amar senão inventar-se a gente noutros gostos e vontades? Perder o sentimento de existir e ser com delícia a condição de outro, com seus erros que nos convencem mais do que a perfeição?"

Agustina Bessa-Luís .

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Literatura


Sinopse:

Durante vinte anos Claire Randall manteve o seu segredo. Mas agora, de férias nas majestosas e misteriosas Highlands, Claire planeia revelar à sua filha uma verdade tão impressionante como os acontecimentos que lhe deram origem: o mistério de um antigo círculo de pedras, um amor que transcende os limites do tempo e a verdadeira identidade de James Fraser, um guerreiro escocês cuja valentia levou uma Claire ainda jovem da segurança do seu século de vida para os perigos de um outro tempo.
Mas um legado de sangue e desejo vai testar Brianna, a sua bela filha. A fascinante viagem de Claire vai continuar em Paris, ao lado de Carlos Stuart, na corte intriguista de Luís XV. Jamie tem de ajudar o príncipe a formar alianças que o apoiem na reconquista do trono de Inglaterra. Claire, no entanto, sabe que a rebelião está fadada ao insucesso. A tentativa de devolver o Reino aos católicos resultará num banho de sangue que ficará conhecido como a Batalha de Culloden, e deixará os clãs esconceses em ruínas. No meio das intrigas da corte parisiense, Claire enfrenta novamente um velho rival, tenta impedir o morticínio cruel e salvar a vida do homem que ama.

Sobre a autora:
Diana Gabaldon é uma escritora americana de ascendência mexicana e inglesa. Licenciada em Zoologia, mestre em Biologia Marinha e doutorada em Ecologia, foi professora universitária durante 12 anos. Neste momento dedica-se exclusivamente à escrita. Vive de momento em Scottsdale, Arizona, com a família.

domingo, 18 de setembro de 2011

Na outra margem.

Recebi do autor do livro:Na outra margem
o seguinte email ,que me lisonjeou e emocionou muito e que desejo repartir com todos vós.



Obs: esta postagem foi inserida no meu blog no dia: 6 de Setembro de 2011
Na rubrica-Literatura.


Literatura

Livro na outra margem
Philippe Debled
Para:de Jesus Marques Manuel.



Boa tarde Manuel,

Eu queria lhe agradecer pela apresentação que você fez do meu
Iivro no seu blog. Creio que o adquiriu na livraria Orfeu em Bruxelas, onde meus pais deixaram exemplares em junho passado(eles moram em Bruxelas).
Foi uma surpresa muito boa e emocionante ler o seu resumo e os comentários dos seus seguidores. Como estou preparando lançamentos em varias capitais brasileiras para os proximos meses(Curitiba,Campo Grande, Porto Alegre, São Paulo), estava pesquisando as ultimas noticias sobre o livro no google, e apareceu a capa do meu livro no seu blog. Portanto ,caro Manuel, muito obrigado mais uma vez, você entendeu o meu objetivo ao ter escrito esse livro, o de ajudar a outros através da minha historia, pelo menos fazendo que eles mesmo procuram ajuda. Alias, hoje, mandei um novo e-mail para uma editora belga(les editions de l'arbre/editions jourdan), onde apresentei pessoalmente "Na outra margem",em maio, na esperança de poder publicar ele em francês também, aumentando assim, as chances de aumentar o meu objetivo. Na epoca, pareciam muito interessados, mas, como ainda não obtive resposta definitiva, mandei um novo e-mail hoje. Lhe conto tudo isso, Manuel, porque você leu sobre a minha vida e me conhece bem, mais até que meus proprios pais, que ainda não leram tudo o que escrevi, por não saber ler nem falar português. Os dados estão lançados, e com a ajuda de gente como você, espero que a minha historia conseguirá ser divulgada cada vez mais.

Um grande Abraço,

Philippe Debled

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Os homens são todos iguais,



"Os homens são todos iguais, até na maneira de gostarem das mulheres. É a nossa única superioridade. Um homem, quando ama uma mulher adora-a. Uma mulher, quando ama um homem, aceita-o. Um homem vê todas as mulheres na mulher que ama. A mulher esquece os outros homens. Um homem ama e respeita uma só mulher. Uma mulher limita-se a amar só um."

Fonte - Último Volume

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Águas passadas...




O amor e a paixão
são margens do mesmo rio
o desejo a combustão
que incendeia o amor
em corpo frio...

O amor e a razão
sentimentos que se opoiem
reverso da ilusão
lágrimas de dor
em amores que dóiem.


E nas margens do amor
correntes desencontradas
a razão e a dor
se fundam e misturam
em águas passadas...

domingo, 11 de setembro de 2011

O Amor não Rende Juros...




É verdade «que um baixo amor os fortes enfraquece»
mas também o grande amor torna ridículos os grandes,
pois o amor é, em energia material sobre o mundo, um roubo — apesar de, em sensações, ser magnífico. 0 amor será útil internamente,
mas externamente não carrega um tijolo.
Disso nunca tive dúvidas.
A vida, é certo, não será um sítio excepcional para as paixões.
Nos países humanos, o amor mistura-se muito
com palavras equívocas.
0 fogo que existe numa lareira, por exemplo,
é um fogo servil, cultural, educado.
Uma coisa vermelha, mas mansa,
que nos obedece.
Só é natureza, o fogo na lareira,
quando, vingando-se, provoca um incêndio.
E o amor assim funciona. Mas é preferível o contrário.
É desarranjo de estratégias e planos,
surpresa ritmada, uma ilegalidade exaltante que não prejudica
os vizinhos.
Mas atenção, de novo: o amor não faz bem aos países,
não desenvolve as suas indústrias, nem a economia.
Disso nunca tive dúvidas. E por isso é preferível não.
No entanto, qual é o país que pode impedir que o amor
entre? Não é mercadoria traficada em caixas,
que as caixas são objectos que se abrem ao meio
— e é possivel, com uma lanterna, olhar lá para dentro.
0 amor não se vê como
se fosse uma presença.
É demasiado completo
para ter uma forma. E como jamais
se conseguiram obter juros de uma coisa
que não ocupa espaço, é preferível não,
parece-me.

Gonçalo M. Tavares,

sábado, 10 de setembro de 2011

literatura.


Sinopse:
"Neste seu romance, o escritor peruano Mário Vargas Llosa debruça-se sobre a figura do ditador dominicano Rafael Trujillo, que esteve no poder durante 31 anos (foi deposto e assassinado numa conjura em 1961). Mas, como diz o autor em entrevista (Visão, 8/3/2001), este livro 'pretende transcender a figura de Trujillo para se transformar num romance sobre todas as ditaduras'. O título vem duma das alcunhas que o povo pôs a este ditador, que, como outros ditadores, cometeu as maiores atrocidades (conta-se que chegou a obrigar um dos seus súbditos a comer o próprio filho), mas também foi considerado uma espécie de semi-deus (e daí a sua perpetuação no poder durante tanto tempo). No romance, muito bem documentado, convergem três histórias: a de Urania Cabral (esta uma personagem inventada por Vargas Llosa 'porque não queria que o romance fosse contado apenas a partir do interior da ditadura', Visão, ibid.), uma mulher que regressa à República Dominicana nos anos 90, depois de uma ausência de mais de trinta anos, a dos conjurados de 61, e a das atrocidades de Trujillo."

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

A Amizade e o Amor Segundo uma Lógica de Bazar...



Desconfia-se do que é dado e pesa-se o que se recebe. A amizade e o amor parecem gerir-se, por vezes, segundo uma lógica de bazar. Já nem é considerado má-educação perguntar quanto é que uma prenda custou. Se esse preço é excessivo chega-se a dizer que não se pode aceitar. Recusar uma dádiva é como chamar interesseiro ao dador. É desconfiar que existe uma segunda intenção. De qualquer forma, só quem tem medo (ou corre o risco) de se vender pode pensar que alguém está a tentar comprá-lo. Quem dá de bom coração merece ser aceite de bom coração. A essência sentimental da dádiva é ultrajada pela frieza da avaliação.
A mania da equitatividade contamina os espíritos justos. É o caso das pessoas que, não desconfiando de uma dádiva, recusam-se a aceitar uma prenda que, pelo seu valor, não sejam capazes de retribuir. Esta atitude, apesar de ser nobre, acaba por ser igualmente destrutiva, pois supõe que existe, ou poderá vir a existir, uma expectativa de retribuição da parte de quem dá. Mas quem dá não dá para ser pago. Dá para ser recebido. Não dá como quem faz um depósito ou investimento. O valor de uma prenda não está na prenda - está na maneira como é prendada.
Hoje em dia, com a filosofia energumenóide e pseudojusta que impera, condensada no ditado ‹‹There is no such thing as a free lunch» é praticamente impossível oferecer um almoço a alguém. Todos os gestos de amor e de amizade são reduzidos ao valor de troca, a uma mera transacção em que é tudo avaliado, registado, saldado, pago a meias e de um modo geral discutido e destruído até estar esvaziado de significado.

Miguel Esteves Cardoso, in 'Último Volume'

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Ouvir e calar...




"E eu que ouvi o que não dizias, apaixonei-me por ti porque calavas."

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Literatura




No Livro Na Outra Margem, Philippe Debled reescreve a sua história, contada com detalhes nessa nova obra, da vida de um jovem belga de espírito aventureiro, que desde criança sonhavacom terras selvagens e distantes. Não demorou muito e partiu em busca de suas próprias aventuras: lutou com Jean-Claude Van-Damme, foi oficial de tropa de elite de Infantaria do Exército, sentiu o gosto de ser um vendedor de sucesso…
Mas nada disso era suficientemente excitante: abandonou tudo e pôs-se a viajar para países e regiões do mundo, às vezes pouco visitados. Sua sede de descoberta o levou a lugares pouco explorados. Viajou por Istambul, floresta da Malásia, Himalaia do Nepal, Vietnam, Triângulo de Ouro na Tailândia e Florianópolis, no Brasil, foram alguns de seus destinos.

Ao mesmo tempo, uma outra viagem – esta, interna –, conduzia o autor a situações não tão aprazíveis, transformando seus caminhos em descaminhos, a ação em inércia, os picos em abismos, a liberdade em dependência… E a cada trajeto ia se aproximando de um território perigoso, onde o aguardava um inimigo tão poderoso cuja luta roubou-lhe bom tempo e ainda quase lhe custou a vida, a droga e o álcool, até Philippe mudar o cenário.

Com coragem e sinceridade, ele narra audaciosas aventuras e experiências, e sua total mudança de vida, com um único propósito: poder ajudar quem ainda sofre de dependência.

domingo, 4 de setembro de 2011

Amantes clandestinos...



Parto noite fora
procuro uma estrela
fantasio
deixa-me voar
deixa-me acontecer...

O futuro nada me diz
chove
estrelas
nem velas...

Perdi o medo da chuva
única coisa que cai do céu
via-látea da ilusão
amantes clandestinos
tu e eu...

sábado, 3 de setembro de 2011

É urgente...




É urgente o amor
É urgente o amor.
É urgente um barco no mar.

É urgente destruir certas palavras,
ódio, solidão e crueldade,
alguns lamentos,
muitas espadas.

É urgente inventar alegria,
multiplicar os beijos, as searas,
é urgente descobrir rosas e rios
e manhãs claras.

Cai o silêncio nos ombros e a luz
impura, até doer.
É urgente o amor, é urgente
permanecer.

Eugénio de Andrade